I colóquio internacional odúdúwa acontece em salvador

no dia 08 de junho, das 13h às 21h, acontecerá no auditório da faculdade de medicina (pelourinho) o I colóquio internacional odùdùwa, organizado pelo programa de pós-graduação em literatura e cultura da ufba, reforçando a importância da presença do rei de ilé ifè, na nigéria, ooni adeyeye enitanbabatunde ogunwusi, o jaja ii, que estará na cidade de salvador entre os dia 06 e 10 de junho a fim de declarar a bahia oficialmente como capital iorubana das américas. a visita do rei faz parte da proposta de reaproximação dos descendentes do ancestral oduduwa espalhados pelo mundo. neste processo, dede 2015, quando o rei adeyeye assumiu seu trono, ela já realizou visitas por países como estados unidos, canadá, gana e reino unido, dentre outros, no entanto, em 2018 será sua primeira vez na américa latina e, ciente da centralidade brasileira no cenário afro-latino-americano, o rei elegeu a bahia como simbolo inicial dessa empreitada.
o I coloquio internacional odùdùwa de língua, literatura e epistemologias iorubanas é gratuíto e aberto ao grande público. contará com a presença do rei ooni e de membros que constituem sua comitiva real, a exemplo do prêmio nobel de literatura wole soyinka; o awise agbaye, porta-voz mundial dos babalaôs, prof. dr. wande abimbola; o embaixador do benin na unesco, prof. dr. olabiyi yai, dentre outrxs.
para maiores informações entre em contato atráves do e-mail coloquiooduduwa@gmail.com.

 

sobre a organização do evento:

o evento é organizado pelo programa de pós-graduação em literatura e cultura da ufba na figura de três docentes que têm formação/ligação direta com os estudos propostos pelo colóquio, constituindo desta forma a comissão responsável pelo evento: o prof. visitante dr. félix ayoh’omidire, intelectual iorubano-nigeriano, docente titular da obafemi awolowo university (nigéria); a profª drª denise carrascosa, docente permanente do ppglitcult e especialista no campo da tradução negra que trabalha dentre outros temas com teatro (negro-)africano e a produção do escritor wole soyinka; o prof. dr. henrique freitas, docente do quadro permanente do ppglitcult que realizou em 2017 pós-doutorado em estudos literários na universidade de ile-ife, na nigéria. coordenação de monitoria: prof. adinelson kambundu filho (pesquisador de língua, literatura e cultura iorubanas); programação visual: josé lázaro lazinho (designer grafico, desenvolvedor front-end – colaborador externo).

apoio:
edufba, editora ogum’s, mafro, traduzindo no atlântico negro, profletras ufba

 

fonte: http://www.aldeianago.com.br


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