Nas compras de natal, evite marcas que utilizam o trabalho escravo.

Fiscalizações realizadas pelo Ministério Público do Trabalho e pelo Ministério do Trabalho e Emprego resultaram na confirmação do uso de condições análogas ao trabalho escravo no setor de confecção de roupas. A ação foi realizada com base no Pacto Municipal Tripartite Contra a Fraude e a Precarização, e pelo Emprego e Trabalho Decentes em São Paulo. Os trabalhadores, que viviam em condições precárias, ganhavam entre R$2,50 e R$7,00 por peça e trabalhavam para pagar dívidas, além de outras despesas básicas, como aluguel, água e luz.

Os trabalhadores, em sua maioria imigrantes peruanos e colombianos, produziam para grandes marcas, que chegavam a vender as peças 100 vezes mais caras. As vítimas eram submetidas a uma jornada exaustiva de trabalho, a restrição de liberdade de ir e vir e a péssimas condições de trabalho.

Entre as marcas que utilizavam o trabalho escravo, encontram-se a M.Officer, Le Lis Blanc, Bo.Bô , Cori, Emme, Luigi Bertolli, Hippychick , entre outras.

 

Para saber mais sobre o caso, clique aqui.

 

Fonte: http://www.epochtimes.com.br/compras-natal-marcas-utilizam-trabalho-escravo-brasil/#.VJC5kfldXfn


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