negra y periférica américa

sim. nosso país continua assassinando cotidianamente seus jovens. sim. nosso país continua criminalizando a pobreza, estigmatizando as periferias. mas na contramão das tragédias cotidianas, na contramão dos clichês todos, coletivos de jovens de diferentes latitudes deste continente vêm construindo relatos (via cinema, literatura, dança, teatro, música e outras artes) que são mostras claras de que há uma negra e periférica américa que pulsa intensa e cria e vive – apesar do constante assédio da outra. conheça aqui a programação do festival negra américa, que reúne em salvador, bahia, coletivos de diferentes regiões brasileiras e de três países convidados (equador, colômbia e argentina) para dias de intercâmbio, de diálogos, de leituras de mundo.

 

el cuenco de las ciudades mestizas
andarele
canchimalero
chocolate
oda raizal
preto, cor preta
queremos rumba
andarele
caderona
fayaguaya (firewire)
reventón
mientras duerme la ciudad
paz y baile

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