por outro oito de março – si nosotras paramos, se para el mundo

na américa latina foram registrados 1.831 casos de feminicídio em 16 países no ano de 2016 (dados da comissão econômica para a américa latina e o caribe – CEPAL), sendo o méxico um dos mais afetados pela violência de gênero, de acordo com a iniciativa mesoamericana de mujeres defensoras de los derechos humanos (IM-defensoras), entretanto estes números não revelam o elevado número de casos omissos ou subnotificados pelos órgãos públicos. na contra-mão destes dados, as associações feministas iniciaram o ano de 2018 com a campanha #2018M, uma mobilização que prepara a mulheres de diversas geografias, sexualidades, crenças, cores e idades para a tomada das ruas neste oito de março no paro internacional das mulheres. o protesto é organizado pela huelga feminista em parcerias com as organizações locais de luta pela igualdade de gênero para, mais uma vez, defender os direitos conquistados e reivindicar a transversalidade da participação feminina rumo a democracia através do lema “si nosotras paramos, se para el mundo”, frase que alude a greve feita por nove entre dez mulheres trabalhadoras islandesas em 24 de outubro de 1975. tal fato reivindicatório foi o primeiro impulso na emancipação feminina e visibilização do trabalho de mulheres no país islandês. neste ano serão ao todo 41 países convocados e com atividades abertas ao público que fomentem a união e a força das mulheres rurais e urbanas no funcionamento do mundo, muito embora o neoliberalismo tenha lhe negado até mesmo o direito sobre seus corpos.

neste ensejo, nós do latitudes latinas compartilhamos feminismo e integração da américa latina e do caribe, uma publicação da SOF –sempreviva organização feminista, que busca analisar a trajetória dos movimentos de mulheres latino-americanas nas políticas e como tem sido tratado os temas ligados às alternativas de igualdade.
baixe o arquivo completo aqui.
e dê uma passadinha por nossos textos necessários e leia o sensível texto da ativista e jornalista argentina marta dillon, fazendo uma reflexão sobre o corpo feminino/feminista e a política reivindicatória de ser.

#nosotrasparamos #8M #2018M#niunamenos #huelgafeminista #parointernacionaldemujeres


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