tambores del sur y de otras latitudes

hoje tem tambores do sul soando junto a tambores de outras latitudes. e ritmos e danças e vozes e saberes que celebram a festa de estar juntos dançando ao som de tambores do sul que soam junto a tambores de outras latitudes. conheça o sopapo, o chico, o repique, o piano, o cajón, a marimba e o bombo. dance-cante candombe, murga, chacarera,  maçambique. e um longo e bailable etcétera.

[spoiler title=”onda corta” open=”0″ style=”1″]

de la bomba de tiempo, um grupo de dezessete músicos que se apresenta todas as segundas-feiras no centro cultural konex, em buenos aires. em suas apresentações convidam diferentes artistas (e o público) para improvisar com eles ao vivo. o grupo é dirigido pelo cantor, compositor e percussionista santiago vázquez, que a partir da adaptação de um método criado pelo estadunidense butch morris coordena a improvisação utilizando um sistema de 70 sinais feitos com as mãos, os dedos e o corpo.

[/spoiler] [spoiler title=”pé na areia” open=”0″ style=”1″]

canção composta e interpretada por leandro maia no cd mandinho, que será lançado agora em março.  a canção conta  com o arranjo de violão de thiago colombo, solo de gaita escocesa de sérgio olivé, luke faro na bateria e miguel tejera no baixo, e conta ainda com a participação especial de kako xavier (voz e tambores de maçambique). confira abaixo a letra deste baião-milonga que traz como melodias incidentais a “milonga para as missões, de gilberto monteiro, “forró brasil, de hermeto pascoal e “andorinha”, tradicional brasileiro, recolhido por mário de andrade.

[quote style=”1″]

Tem que botar o pé na areia
Depois botar o pé no mar
Quero tua mão em casamento
E o teu pé em carnaval
Da mão eu quero sentimento
E o pé eu quero vendaval
E vou pedir pra Santo Antonio
Um casamento pra valer
E peço pra Santo Expedito
Que eu me case com você
Tem que molhar o pé na beira
Depois secar o pé no sol
Da mão eu quero um cafuné
E o pé eu levo no forró
Da mão eu quero o teu chamego
Do pé eu quero o teu xodó
O pé e a mão no aconchego
Que ninguém mais vive só
Da mão eu quero companhia
Com o pé eu danço no salão
Os dois juntinhos na folia
Estouram a boca do balão
Tem que botar o pé na areia
Depois botar o pé no mar
Quero tua mão em casamento
E o teu pé em carnaval

[/quote] [/spoiler] [spoiler title=”los futuros murguistas” open=”0″ style=”1″]

composta e interpretada pelo uruguaio jaime roos. nascido em 1953, de mãe uruguaia e pai francês, desde os quatro anos de idade o músico saía nas batucadas das murgas para crianças em montevidéu. “los futuros murguistas” faz parte do álbum mediocampo, um dos mais populares discos da carreira do músico. confira a letra da canção.

[quote style=”1″]

Una sombra junto al medio tanque
Sin un mango en el bolso
Con el buzo en los hombros
Bien peinado p’atrás
Estudiando el ensayo
Apurando las brasas
Codiciando callado
La pintura y el disfraz
Relojeando a las pibas
De una noche de enero
Calibrando las copas
De los del mostrador
El futuro murguista
Garronea un cigarro
Mientras tanto le aclaran
No salís si sos menor

Les hablará de su infancia
Cuando llegue el momento
Sin decirlo en palabras
Sin nombrar al dolor
Bastará con su acento
En la noche estrellada
En la cuerda de primos
Con un pueblo alrededor

De donde vienen
De dónde salen
Los herederos de
La tradición
Escuchen otra voz
De quién será
La murga vive
Nadie la enseña en ningún lugar
Los botijas se la saben
Y después quieren cantar

Iluminando el pasado
Desafiando al futuro
Denunciando el presente
Con un simple ritual
Los futuros murguistas
Van a ver cada noche
A la murga ensayando
El futuro carnaval

Hay tradiciones
Que están más muertas
Que un faraón
Quien baila el Pericón
Quien pide que le den
La comunión
Hay otras vivas
En las esquinas de la ciudad
Los botijas las aprenden
Aunque los quieran parar

Iluminando el pasado
Desafiando al futuro
Denunciando el presente
Con un simple ritual
Los futuros murguistas
Van a ver cada noche
A la murga ensayando
El futuro carnaval

[/quote] [/spoiler] [spoiler title=”no meio da praça” open=”0″ style=”1″]

por alabê ôni, grupo gaúcho de percussionistas, compositores e pesquisadores da cultura negra na américa platina, integrado por richard serraria, walter pingo, kako xavier e mimmo ferreira. este projeto vai circular pelo brasil no segundo semestre deste ano com shows, bate-papo e oficinas. alabê ôni é é uma expressão em yorubá que significa “nobre tamboreiro” ou “grande mestre dos tambores”.

[/spoiler] [spoiler title=”chacarera santiagueña” open=”0″ style=”1″]

interpretada pela cantora e percussionista argentina mariana baraj no álbum deslumbre (2005). neste disco, que conta também com a produção de ernesto jodos, baraj traz versões, em sua maioria,  de temas clássicos do folclore argentino. confira o arranjo que ela fez para “chacarera santiagueña”. confira o vídeo de uma apresentação desta canção, realizada em curitiba, paraná.

[/spoiler] [spoiler title=”temporal” open=”0″ style=”1″]

canção de richard serraria e pablo grinjot, interpretada por richard serraria no cd pampa esquema novo. tendo como base o  ritmo do candombe, e composta em cabo polônio, uruguai, em fevereiro de 2010, a canção narra a chegada ao litoral uruguaio num dia de muita chuva. conta com mimo ferreira e alessandro brinco na percussão, lucas kinochita no sopapo, angelo primon no violão e filipe narcizo no contrabaixo.

[/spoiler] [spoiler title=”afropolca” open=”0″ style=”1″]

do disco homônimo de rolando chaparro, um dos grandes destaques da música paraguaia, que conta com um público cativo em seu país. chaparro desde os anos oitenta tocou e fundou diversos grupos, entre os quais se destacam síntesis e ñamandú. em seu projeto musical “afropolca”, que toma como base ritmos dos tamborileros del kambakua, o violonista aposta na mistura de ritmos afros paraguaios com a polca, o rock e o jazz.

[/spoiler] [spoiler title=”a mi primo rafo” open=”0″ style=”1″]

composição do cd el cajón afroperuano, de rafael santacruz, que é músico e estudioso do cajón, instrumento símbolo da cultura afro-peruana. este disco,  junto com o livro, é resultado de um trabalho realizado pelo músico e   conta a história desse instrumento que vem se popularizando pelo mundo. “a mi primo rafo”, uma bulería, ritmo andaluz acompanhado com palmas vibrantes, conta com rafael santa cruz e marco (cajón e palmas) e ernesto hermoza (violão e palmas).

[/spoiler] [spoiler title=”kilele” open=”0″ style=”1″]

um tema clássico da música afro-colombiana interpretada pelo  grupo bahia trio, no álbum pura chonta (2005). bahía trío, conduzido pelo músico hugo candelario, pesquisador de ritmos e instrumentos da cultura afro-colombiana, em especial a marimba,  neste disco aposta no que chama de pacific jazz – uma combinação dos instrumentos tradicionais colombianos,  como cununo, marimba de chonta com  piano, baixo e bateria.

[/spoiler] [spoiler title=”chicharra” open=”0″ style=”1″]

música e letra da colombiana marta gómez, que ao longo da carreira contempla em seu repertório ritmos, gêneros tradicionais da cultura popular da colômbia, como também da américa hispânica. chicharra, em ritmo de cumbia colombiana, faz parte do cd  solo es vivir.

[quote style=”1″]

“El que nace chicharra, muere cantando ”
Soy de un lugar que huele a beso
Beso que recorre el viento
Viento que lleva mi voz
Voy caminando por la vida
Voy curando las heridas que encuentro en tu corazón
Ven, ven que te estoy esperando,
Que me estoy enloqueciendo por tu forma de mirar
No, no te acerques demasiado
Que tengo algunos secretos que no te pienso contar
Soy de un lugar que huele a beso
Beso que recorre el viento
Viento que lleva mi voz
Y yo que nací chicharra
Creo que moriré cantando hasta cuando brille el sol
No te acerques demasiado
Que tengo algunos secretos que te causarán dolor
Soy un cuerpo de arena y hielo
Una voz de mar y cielo
Un cielo lleno de sol
Soy mujer, niña, sueño, anhelo
Sueño que viene de adentro,
de adentro del corazón
Ven, ven que te estoy esperando,
Que me estoy enloqueciendo por tu forma de mirar
No, no te acerques demasiado
Que tengo algunos secretos que no te pienso contar
Soy un cuerpo de arena y hielo
Una voz de mar y cielo
Un cielo lleno de sol
Y yo que nací chicharra
Creo que moriré cantando hasta cuando brille el sol
No te acerques demasiado
Que tengo algunos secretos que te causarán dolor
Ah…

[/quote] [/spoiler] [spoiler title=”araúna” open=”0″ style=”1″]

da comadre florzinha, do cd homônimo, lançado em 1999. banda formada em recife que tem como base de seu trabalho a percussão e a voz. este disco traz canções da cultura popular nordestina, entre elas araúna, que é  um coco,  um ritmo  tradicional nordestino que reúne instrumentos de percussão, como djembê, pandeiro, alfaia e o ganzá.

[/spoiler] [spoiler title=”tres golpes” open=”0″ style=”1″]

com o quarteto vocal e de percussão de  boca en boca,  formado pelas cantoras vivi pozzebón soledad escudero, alejandra tortosa  e marcela benedetti. elas  propunham a mescla de cantos, ritmos, tradicionais de diferentes países do mundo, como mostra o primeiro trabalho da banda, música de mundos (1997), do qual faz parte “tres golpes”, que é um canto tradicional que tem como base um ritmo afro-colombiano.

[/spoiler] [spoiler title=”machete” open=”0″ style=”1″]

do cd afro (2006) de novalima, banda formada por músicos peruanos que tiveram a proposta de combinar a inovação tecnológica com as tradições musicais afro-peruanas. isso pode ser visto neste disco, em que fazem releituras de músicas tradicionais da cultura afro. confira o vídeoclipe de machete.

[/spoiler] [spoiler title=”feedback” open=”0″ style=”1″]

do cd techarí (2006), de ojos de brujo. esta banda nasce na espanha e ao longo dos dez anos carreira se caracterizou pela mescla da música espanhola, especialmente  a rumba e  o flamenco com gêneros de diferentes partes do mundo. em “feedback”, encontramos elementos da música do sul da espanha com música e instrumentos orientais e asiáticos. confira o vídeo.

[/spoiler]

compartilhe!

  • Facebook
  • Twitter
  • Google Plus
  • RSS
  • PDF
  • Email